Administração Participativa: o que é e como fazer

Por Redação Azulis

A administração participativa é um modelo de gestão de pessoas que busca potencializar a produtividade e os resultados. Conheça!

As relações estão passando por profundas transformações no cenário contemporâneo. A tecnologia, a desmitificação de tabus, o aprimoramento contínuo e humanizado tem deixado marcas nas instituições.

Toda essa dinâmica no mercado global tem provocado mudanças também nos modelos de gestão, gerenciamento e administração. Atualmente, não basta ter o produto com a melhor qualidade ou prestar o melhor serviço.

A empresa deve investir em uma cultura organizacional mais coletiva e universal, se quiser conquistar o seu público-alvo.

É nesse contexto ágil, humano e moderno, que a administração participativa desponta como uma alternativa viável em detrimento de modelos antigos, conservadores e estáticos. Neste post, vamos mostrar o que é e como funciona esse modelo de gestão, sua importância e como implementá-lo no seu negócio. Quer saber mais? Acompanhe!

O que é administração participativa?

Há algum tempo, as organizações têm repensado o valor do capital humano. Houve épocas em que as máquinas eram a sua preocupação primordial.

No entanto, com o avanço da tecnologia, ao mesmo tempo em que as pessoas descobrem novas formas de se expressar e apresentar suas perspectivas, gestores e administradores, alinhados ao princípio de valorização pessoal, empregam a administração participativa.

Esse modelo de gerenciamento é voltado para o reconhecimento, a capacitação e a inclusão das pessoas dentro da tomada de decisão. Assim, as opiniões de todos são ouvidas e consideradas dentro do processo decisório.

O reflexo disso é um aumento da motivação e da produtividade dos colaboradores, maior empenho em atingir metas e melhorias significativas no ambiente de trabalho.

Como a administração participativa funciona?

A administração participativa deixa para trás o modelo de decisão verticalizado, ou seja, aquele em que as ordens vinham dos altos cargos e deveriam ser seguidas sem muitos questionamentos.

O princípio básico dessa forma de trabalho são as decisões horizontais. Isso significa mais autonomia para deliberar, mais coragem para questionar processos e sugerir novos caminhos. Os funcionários são treinados e capacitados, além de serem incentivados a desenvolver habilidades sociais e interpessoais.

O grande diferencial da gestão participativa é que ela reconhece o valor das características humanas, e faz delas o ponto forte de uma equipe diversa, produtiva, livre e responsável.

As ideias e perspectivas pessoais passam a compor um ambiente mais propicio à inovação e à criatividade.

Qual a importância da administração participativa?

Valorizar a participação das pessoas dentro dos processos traz muitas vantagens competitivas para o desenvolvimento do negócio. Como já citamos anteriormente, a motivação e o engajamento da equipe têm um aumento significativo.

A criatividade para resolver antigos problemas também melhora em ambientes mais flexíveis e dinâmicos. A comunicação é outro fator que se destaca. O ambiente de trabalho deixa de ser hostil e se torna acolhedor e agregador.

Os líderes em empresas que praticam a administração participativa sabem valorizar o talento de cada funcionário e reconhecer que as diferenças e a intercomunicação são os elementos que fazem com que a equipe se destaque da concorrência.

Todas essas razões citadas são muito valorizadas pelo mercado atual, e as principais responsáveis por construir a competitividade consistente de um negócio.

Como implementar a administração participativa?

Agora que você já sabe o que é, como funciona e a importância da administração participativa, é hora de saber como implantá-la na sua empresa. É importante ressaltar que, para que exista uma mudança verdadeira e duradoura, a cultura organizacional precisa ser reavaliada.

Afinal, para muitos, não é fácil ouvir opiniões contrárias, feedbacks negativos ou questionamentos sinceros.

Isso ocorre, principalmente, com gestores que não têm a habilidade de liderança desenvolvida e focada no crescimento e na cooperação entre todos. Veja agora por onde começar!

1. Escute os colaboradores

O primeiro passo para implementar uma gestão participativa e começar uma mudança cultural na empresa é ouvir os colaboradores. Eles estão diariamente dedicados aos processos. São uma ponte direta para os clientes e fornecedores.

Por isso, ouça-os. Deixe que expressem suas reclamações, sugestões e dúvidas. A comunicação ativa nesse estágio é muito importante.

2. Envolva a equipe na tomada de decisão

Agora que você já conhece as pessoas que gerencia, envolva-as nos processos de decisão. Deixe claro que as opiniões delas são importantes. Recompense as boas ideias, valorize os talentos, invista no desenvolvimento de novas habilidades. A equipe se sentirá mais entusiasmada para melhorar os resultados.

3. Dê mais autonomia

Como os funcionários estarão mais incluídos nos processos de decisão e nos resultados, eles vão precisar de mais autonomia.

Além de dizer que a opinião de todos é importante, é interessante confiar na capacidade e no talento individual.

Quando uma pessoa tem mais liberdade para decidir, na maioria das vezes, ela se sente mais responsável pelo resultado.

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4. Acompanhe e compartilhe os resultados

É imprescindível que os resultados desses processos sejam monitorados. Afinal, a prática participativa é uma estratégia e, como tal, precisa ser ajustada ao longo da implantação.

No entanto, é preciso paciência e consistência para ver efeitos concretos dentro do empreendimento, pois a mudança de cultura é algo complexo e que demanda tempo.

Contudo, os resultados também devem ser compartilhados, já que todas as pessoas participaram ativamente das decisões, é natural que queiram saber as consequências e os desdobramentos delas.

Valorize os pontos fortes conquistados e faça ajustes nos pontos fracos, fortaleça-os.

5. Entenda a complexidade de gerenciar pessoas

Gerenciar pessoas é algo complexo, e um gestor ou líder de sucesso sabe disso. As diferenças e os pontos de vista são inúmeros. Se a empresa encarar isso como algo ruim, perde o seu capital humano completamente. Se fizer disso um desafio e aprender a conciliar os contrates, torna-se mais competitiva.

Aplicar a administração participativa é mais fácil na teoria que na prática. No dia a dia, os gestores, administradores e líderes terão muito trabalho pela frente.

Porém, passado o período crítico de adaptação, os resultados são visíveis. Esse modelo de gestão tem se mostrado bastante eficiente na atual dinâmica de mercado, e a tendência é que seja cada vez mais difundido.

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